sexta-feira, 11 de julho de 2008

São Pedro do Sul e Duran Duran

Agora que a amiga PI recordou os nossos tempos de São Pedro do Sul, não resisto em partilhar esta música dos Duran Duran que nesse ano um amigo nosso teve a paciência de traduzir a letra, espalhá-la por todos nós em papelinhos para podermos cantá-la todos juntos em português.

Foi lindooooo! Um esforço e uma ideia bem bonita. Lembram-se disso? Obrigada, Fanan.

Lembro-me também dos crachás feitos por ele e pelo Tonan com dedicatórias especiais para todos.

Foi muito lindo esse ano novo... foi nesse ano que os meninos se vestiram a rigor e foram buscar cada uma de nós aos quartos para jantar e dançar no Bon Jau, não foi? Acho que foi a primeira vez que lavei com gosto os pratos na cozinha de um restaurante!

Recordo-me, com pasmo sobre mim própria, aquele momento na piscina do Clube Campo de Gerós em que por querer aderir (embora pudicamente) à causa de entrar no novo ano como viemos ao mundo, patinei demasiado tempo em aflição em momentos subaquáticos intermináveis (quase sem respirar) por o meu vestido de fazenda ser demasiado pesado e não me deixar vir logo ao de cima.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Hoje deu-me para recordar os meus desenhos animados...

A Abelha MAIA

O DARTAcão

A Pantera Cor-de-Rosa

A Heidi nas montanhas

A culpa desta nostalgia toda é do ClubTsé e do post sobre a Feiticeira BIA.

Sol, praia, férias... e os meus óculos de sol!... um desejo súbito forçado a ser adiado por um mês...

O fruto proíbido é mesmo o mais apetecido.

Ainda não fui à praia neste verão nem até aqui tive qualquer vontade de ir. Prefiro ir na primavera quando a praia é só minha.

Pois bem... agora que sei que não posso ir porque tenho muito para fazer, é quando me apetece muito muito ir!

Incrível, não é? Estou tão básica.... :(

Foi para amanhã.... ou foi ontem?

Uma pérola... que faz hoje tanto sentido para mim e que espero que não se torne um hino para o meu mês de Julho.... "É para amanhã, é para amanhã!"...

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E esta pérola, que encontrei no YouTube agora e que também fala do "amanhã" mas doutra maneira e para outros fins...

Lembro-me tão bem do programa do Herman O Tal Canal e das Doce... parece que foi ontem, não foi?...

E lembro-me também tão bem desta música que só hoje descobri o video de quando foi ao Eurovisão de 1981... é outra pérola da música portuguesa! Tem cor e alma. Ainda hoje sei a letra toda e canto-a com euforia quando a ouço.


Arte digital: "Women in art" by Philip Scott Johnson (Eggman913) 2007




É uma viagem ao mundo da história de arte no feminino... é incrível como tudo encaixa e como os quadros se fundem, aparentemente sem esforço, uns nos outros... que ideia impressionante e que perspicácia visual e visionária a deste autor... fabuloso, não é?

http://www.artgallery.lu/digitalart/women_in_art.html

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Nada é por acaso

Eu já sou crente e não preciso de mais provas para acreditar que nada é por acaso.
Quem disser que o acaso é por acaso, está a mentir ou anda a dormir ou sem norte.
Passo a explicar:
Ando a adiar há uma semana o início de mais uma provação... não, desta vez não será sob rodas mas será na mesma um desafio!!... terei de ficar em casa em frente a um computador lendo, estudando e criando uma obra científica inovadora... puf, um verdadeiro castigo para quem ama andar na rua....
Andava sorrateiramente a fugir de abraçar com unhas e dentes, mãos e alma este assunto... mas tive uma boa desculpa até aqui... procurava o tema do trabalho escrito da Pós G. ... e nada parecia soar bem.
Hoje, dia 4 de Julho, descobri o tema - saiu hoje a reforma do Código do Registo Predial no Diário da República!

Não podia ser mais útil e audaz, não vos parece?
Já que tenho de estudar e escrever algo novo ao mundo, ao menos que aprenda o que tenho de saber e dominar no meu dia-a-dia.
Vou estudar o SIMPLEX do Registo Predial!
Ena, nada mais SIMPLES, verdade?
Primeiro vou ter de ler muitos e muitos livros para saber o universo e lógica inerente aos Registos em Portugal e de seguida... terei a missão ingrata de comentar e criticar, com destreza e pertinência, as novas alterações ao nosso agora ex-regime legal em vigor...
Será que estão bem feitas? Será que melhorou o regime?
Será que se respeitam os princípios jurídicos regentes do Código?
Será que criou soluções para problemas ou trará problemas a solucionar?
Quanto custará a celeridade e simplicidade anti-burocrática à segurança jurídica?... (Jolinhas, esta foi para ti.)
O que vos parece? Um tema giro, verdade?
Espero que o meu professor aprove esta temática e me dê uma boa nota!
Preocupa-me agora o que irei escrever nas VINTE E CINCO páginas, com letra DOZE, intervalo UM E MEIO que me esperam nos próximos VINTE E SETE dias do resto da minha vida....

A ver.

terça-feira, 1 de julho de 2008

"Cabo Verde - Contos em Viagem", no Meridional



No domingo fui ver "Cabo Verde - Contos em Viagem" no Teatro Meridional.
Foi a minha primeira vez ali, na Rua do Açucar. Agora relembro que nada é por acaso.
Já os tinha visto no S.Luiz com a peça "Amanhã" e tinha gostado. E desta vez, fui à casa mãe.

Senti-me bem assim que cheguei. É um teatro pequenino, trendy, doce e curioso.
As pessoas ao nosso redor olham-nos com atenção. A bilheteira é uma rapariga muito meiga e bonita que está à nossa espera. O encenador (Miguel Seabra) recebeu-nos e fez-nos sentir que estávamos em sua casa e que nos queria receber o melhor que podia e sabia. Ofereceram um chá delicioso, café de saco e rebulçados. À entrada da plateia, emprestaram-nos um leque de madeira, com receio do calor no decorrer da peça. Senti-me super mimada e bem tratada. Fiquei impressionada com aquele cuidado em querer receber bem. Prometi voltar mas não por isso, mas pela qualidade da peça.


São apenas dois actores, uma conta e interpreta histórias ao vivo e o outro aconchega os nossos ouvidos com pertinência, humor e oportunidade.
A interpretação da Carla Galvão é de deixar o espanto calar o susto. Nunca tinha visto nada assim. Ela desdobra-se. Ela transforma-se. Ela é incrível. Ela é fabulosa. É impossível não aplaudir tanto talento e sentir o seu amor à arte de representar.
Ele, Fernando Mota, o músico, toca instrumentos inventados e cria sons únicos, extraordinários e originais.
Eles, a bela selecção de textos da Natália Luíza, a simplicidade e o calor emocional da cenografia, a energia magnífica da encenação de Miguel Seabra foram bastantes para não me conseguir esquecer daquela fabulosa viagem à lusofonia e às histórias e sabores de Cabo Verde.
Recomendo vivamente.
25 de Junho a 3 de Agosto de 2008
Quarta a Domingo às 22h (1 hora de espectáculo)
Bilhete: € 10

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Goldfrapp, uma descoberta fascinante

Goldfrapp é incrível. Ela muda de personalidade, ambiente, estilo e imagem enquanto o diabo esfrega um olho. E as músicas e clips são sempre fascinantes e magnéticos. Não consigo parar de querer ouvir e descobrir mais e mais... Tem perfil de diva e a serenidade de quem sabe o que quer (fazer ou dizer). Obrigada, primo lindo, por teres regressado, com afinco aos "teus deveres" (já esquecidos).