segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Um 2009 redondo e luminoso para todos



Que 2009 seja cheio e redondo
Que 2009 seja cheio de luz, de reflexos e de poucas sombras
Que 2009 seja puro e depurado
Que 2009 seja cheio de janelas de oportunidades e boas energias
Que 2009 seja sábio e bem construído
Que 2009 seja belo e inesquecível
Que 2009 seja tão bom como tudo aquilo que eu vejo nesta foto

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

MAGNÉTICA, uma nova revista portuguesa mensal online


Descobri este nova revista mensal online "portuguesa produzida à escala global" num blog amigo... eles procuram "diamantes lapidados e por delapidar"...parece-me fabulosa e o primeiro número fala de chocolate, um tema que sempre me derreteu.
Mas além disso, prometem falar-nos de cinema, música, literatura, dança, teatro, moda,design, lifestyle e arquitectura... parece-me maravilhoso.
Por gostarem do "verde das àrvores" pedem aos seus leitores para não a imprimirem.
Aqui está: http://www.magneticamagazine.com/001/index.html
Leiam!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

VLCD! do lugar onde estou já me fui embora, Teatro Meridional

Fotos: Lus Vasco
in http://www.visitlisboa.com/evento_detalhe.asp?id=3256

Neste sábado fui ver a nova peça do Meridional "VLCD! do lugar onde estou já me fui embora".
Gostei muito. Mais uma vez, muito bom. Regressarei seguramente ao Meridional.
Fiquei espantada por ter gostado tanto de um teatro sem texto, de uma peça em estilo clown.
Os actores são muito bons. A minha actriz preferida e a grande descoberta e fascínio daquela noite foi a interpretação da Carla Maciel. Ela é maravilhosa. É incrível. Muito expressiva, muito enérgica, muito transparente. Fazia-nos sentir tudo o que sentia e o que pensava mesmo sem falar português.
Fiquei também fascinada com a sonoplastia e música de Fernando Mota. Já o tinha visto na peça anterior sobre Cabo Verde, mas agora rendi-me.
Achei muita piada à criatividade e ginástica mental na concepção da cenografia da peça, às situações criadas cenograficamente com humor e surpresa fruto de uma imaginação extraordinária, original e bem concebida na utilização variada de simples malas de viagem. Gostei da criação artística do movimento e do ritmo das malas e dos actores. A peça é uma roda viva.
Não há tempo para nada. Não há tempo! Só velocidade. E reconheci o nosso mundo ali.... e muitas vezes, reconheci-me ali.
Praticamente não falaram a nossa língua mas percebeu-se tudo o que nos queriam dizer e tudo o que diziam uns aos outros. E muitas vezes, foi hilariante. Está muito bem feito.
Às vezes sentia que estava a ver um filme ao vivo em sueco. Ali o tempo também voa e não se consegue tirar os olhos do palco.
A luz de Miguel Seabra, que desta vez também interpreta, estava bem apesar de demasiado simples. Dava calor ao centro do palco e a luz necessária para o foco da atenção a cada momento.
A encenação de Nuno Custódio está de parabéns.
Recomendo vivamente esta peça.
Vai estar no Meridional até 21 de Dezembro.
Falar em tempo, hoje, significa acima de tudo compreendê-lo em velocidade, impõe-se uma nova ordem do mundo. Independentemente da qualidade, do valor intrínseco, da beleza, do afecto, o melhor é o que chega primeiro. Claro que a rapidez com que se vive implica também que as vivamos mais superficialmente, sem aprofundamento algum, sem vivência interior, sem a essência imaterial dos objectos que suscitaram algures o nosso interesse. No mundo em que vivemos as cidades acertam horas entre si, existem horários de verão e horários de inverno e o tempo mede-se por relógios, por telemóveis, por agendas. A capacidade de um transporte vê-se pela sua capacidade de nos fazer usar menos tempo. Tempo e velocidade. Mesmo que não haja tempo para abrir um livro no comboio mais rápido do mundo. Já chegámos? Onde queremos chegar afinal? Andamos sempre a correr. Anda-se tão apressado que tudo e todos os que possam atrasar essa marcha se transformam no inimigo. E, assim mesmo, nesse pressuposto, se fez toda uma Revolução Industrial, onde o ser humano se tornou ele próprio um bem que tem de circular para que esta grande engrenagem nem sequer sofra a fricção de um pensamento. Comer depressa, dormir depressa, amar depressa... transformou as pessoas em casas com janelas abertas para a rua mas sem alguém a espreitar por elas. [...] Há que ser feliz, aqui e agora, não numa vida depois da morte. Há que ser feliz, agora que por volta dos quarenta anos existe todo um tempo de vida que, do ponto de vista da reprodução da espécie, se tornou redundante.
in programa da peça, escrito por Nuno Pinto Custódio

VLCD! TEATRO MERIDIONAL
12 de NOVEMBRO a 21 de DEZEMBRO 08
Quarta a Sábado às 22h00 Domingo às 17h00
Rua do Açúcar 64 - Beco da Mitra
Poço do Bispo 1950-009 Lisboa
Tlf. 218689245 / 918046631
bilhete : €10

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Fernando Pessoa já tem Congresso Internacional, 25 a 28 Nov



«Não pretendemos concorrer com os congressos académicos, que normalmente são chamados 'de estudos pessoanos', mas dar a conhecer Pessoa, que foi uma espécie de Leonardo da Vinci do século XX, um homem que teve um lado empreendedor, que inventou coisas, que fez slogans publicitários e que era astrólogo também - um lado que não podemos escamotear», defendeu a organizadora do encontro... [...]»

Data: 25 a 28 de Novembro de 2008
Local: ATL-Associação de Turismo de Lisboa, Rua do Arsenal, nº15
Inscrições: Casa Fernando Pessoa, até ontem (limitadas a 130)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Peste e Sida - Sol da Caparica

Parabéns, Júlia e Rául... já passaram 4 anos e eu nem dei conta.



Se há quatro anos me perguntassem se queria ter gatos, hesitaria ou diria que não.
Foi uma das coisas que a minha mãe me quis ensinar...
Hoje não imagino a minha vida sem eles.
Fazem parte de mim e da minha casa.
Na altura mais aguda da crise financeira, há um mês, cheguei mesmo a sonhar que, por não ter dinheiro para comprar a ração ou por não haver distribuição de comida nas lojas de animais, a Júlia, devido à desidratação e fome, estava a ser operada e não hesitei em dar o meu sangue para a salvar.
Os meus pais teimam em não perceber e em não aceitar isto. É frequente comentarem e expressarem o seu desejo sincero no seu súbito desaparecimento ou num casual acidente felino fatal. É muito triste. Não imaginam o quanto isso me entristece.
Estou infinitamente grata às madrinhas Jolie e Rita pela paciência na descoberta da Júlia e pelo incentivo em vencer o medo de ter um gato em casa sem manual de instruções.
O Rául foi a cereja em cima do bolo, para mim e para a Júlia. Já não imaginamos o nosso dia-a-dia sem ele.
Mas só neste sábado dei conta que eles já têm 4 anos... conheci duas gatinhas de 6 meses... só aí dei conta que a Júlia já não tinha aquela idade há muito tempo...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Olha quem dança!

http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/olha-quem-danca/?tag=667&t=Galas-Semanais.rtp

É a minha professora maravilhosa das aulas de salsa, a Vanda.


Ela é concorrente com o seu pai no programa do "Olha quem dança" da RTP1 que passa às sextas à noite.
Já escrevi aqui sobre ela e mostrei videos até. É fabulosa... não me canso de a ver dançar.
Ela está tão bem.... estou/sou tão vaidosa que não resisto em não vos mostrar.
Ora espreitem naquele link, e procurem a 2ª parte da gala semanal do dia 31/10.
Começa no minuto 39. ;)
Tenho ou não tenho razão?
Há mais sete videos porque ela está lá desde o princípio do programa.
A ver se fica até ao fim.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Buraka na Voz do Operário, sábado, 15 de Nov.



É impossível ser indiferente aos Buraka Som Sistema. Não consigo parar de dançar quando os ouço.

A não perder - Voz do Operário, 15 Nov, 21h30.

Bilhetes: € 15

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Gosto muito do Nuno Viegas.



"O Precipitado", 2006

"A tinta envenenada", 2004

"A Ascensão do Homem Comum", 2007, 220 x 180 cm


"O grande cacto", 2007, 220 x 180 cm


"A adoração do Homem-Tinta", 2006

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Paula Rego no Palácio Anjos, em Algés



Ter a Dom, das 11h30 às 18h
bilhete 2€
Até 18 Jan
Assim que puder, passo por lá.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Hey Ya!

Hey Ya dos OutKast e do Charlie Brown

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Ui, ui... cuidado com o Arturo Ui!


Consegui ir ver o espectáculo da Truta e gostei bastante.
O Tónan Quito está como nunca o tinha visto... perigosissímo! Faz medo ao susto.
Ele vestiu a capa de gangster até ao fim... veio à plateia dar beijinhos e passoubens a torto e a direito a ver se conseguia mais votos a seu favor.
Como se a plateia não tivesse apanhado a pinta dele logo. Ele era um impostor, um fascista, um falso protector, um mafioso terrível e manipulador... fingia-se amigo quando era inimigo, dizia que protegia as pessoas do perigo e dos assassinos quando era ele quem assassinava maridos incómodos, testemunhas incómodas, colegas que lhe podiam fazer sombra ou ameaça ao seu reinado.
Pois foi... foi hilariante a peça. Muito viva. Muito bem representada. Com humor e detalhes estéticos e tecnológicos interessantes e originais.
Gosto da Truta.

Fui ver a Felicidade duas vezes e gosto muito deste grupo de actores.
São bons, inovadores, genuínos e frescos.
Gostei muito muito da interpretação do Tónan. Estava imparável e assustador.
Gostei também do Duarte Guimarães. Fez-me sentir revoltada com a traição do Ui.
Gostei muito dos detalhes de cenografia, da luz e da encenação. Parabéns, Joaquim Horta.
Gostei das meninas, Paula Diogo e Sílvia Filipe. A Sílvia foi uma descoberta para mim: não a conhecia ainda, canta lindamente e tem uma presença no palco poderosa e invejável.
Gostei muito.
Parabéns e obrigada, Tónan. Foste incrível, convincente, louco e intenso. Quanta fé a tua em dominar e vencer o mundo, hein? Pena é ser daquela maneira... de veres o mundo desfocado e destorcido e só teres olhos para ti e para a tua coroação e domínio. ;)


"O prólogo que Joaquim Horta lê à direita do palco não deixa espaço para enganos: Vai-se contar uma história de gangsters, “os mais famosos heróis entre os vigaristas”. A essa altura, já dez actores saíram de um Rolls-Royce e invadiram o palco de malas e bagagens, todos em fila a puxar trolleys pretos de onde vão tirar tudo o que precisam.
A Resistível Ascensão de Arturo Ui , que se estreia esta quinta na Culturgest, é uma história de gangsters passada em Chicago onde os bons são todos corruptíveis, mas é também uma história de ditadores passada na Alemanha.
Pelo menos, é-o lá por dentro, pelo contexto histórico em que surgiu. Bertold Brecht (1898-1956) escreveu a peça em 1941, durante a II Guerra Mundial (estava então exilado na Finlândia), e queria falar da ascensão de Hitler e do nazismo, acreditando que “a melhor forma de esmagar os grandes criminosos políticos é esmagá-los através do ridículo”. Escreveu uma paródia, e isso a Associação Cultural Truta, que fez esta encenação, não queria perder.
Os primeiros a entrar são, de facto, os homens de negócios, os donos do trust da couve-flor (!) que há-de dar azo à ascensão da máfia em Chicago e à “coroação” de Arturo Ui (Tónan Quito). À medida que a peça se vai desenrolando, os mesmos fatos que os fazem parecer yuppies implacáveis, são os fatos com que vestem as personagens de mafiosos. O charuto na mão dá lugar ao cigarro de tabaco de enrolar no canto da boca. E a conversa de trusts, falências e liquidações, dá lugar à conversa de protecção, gangs e metralhadoras.
São dez actores para o dobro das personagens (cinco da Truta, cinco convidados), e o ritmo não pára. Nunca ninguém sai de cena: todos os actores ficam sentados numa fila de cadeiras ao fundo, contra uma parede negra, e entram em acção quando é preciso.
De vez em quando ouve-se um arroto. Os tiros que são disparados pelas pistolas são balões vermelhos que rebentam à frente dos nossos olhos. Goebbels (aqui chamado Givola), é um vendedor de flores (Gonçalo Amorim). O inocente que vão julgar em tribunal é o boneco dourado de um cão. E tudo por causa do comércio das hortaliças.
"

in Time Out, Ana Dias Ferreira


Um espectáculo da Truta.
Título original Der aufhaltsame Aufstieg des Arturo Ui
Tradução José Maria Vieira Mendes
Direcção Joaquim HortaProdução Henrique Figueiredo, Patrícia Costa
Cenografia e figurinos Marta Carreiras
Desenho de luz Daniel Worm D’Assunção
Interpretação Carlos Alves, Duarte Guimarães, Gonçalo Amorim, Joaquim Horta, Paula Diogo, Pedro Martinez, Raul Oliveira, Rúben Tiago, Sílvia Filipe, Tónan Quito
Co-produção Truta / Culturgest

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A Resistível Ascenção de Arturo Ui, da Truta


Reservei ontem. Não consegui cumprir as regras da reserva.
Liguei hoje. Tarde demais. Esgotou.
É assim.
Ser tuga é ser assim. Chegar sempre atrasado e só ir nos últimos dias.
Mas fico contente da peça estar esgotada hoje e amanhã.
Espero que consigam repor noutro sítio aqui por perto e que eu consiga ir.
Parabéns, Truta.

Vem aí o Doc Lisboa 2008: de 16 a 26 de Out'08.

Os bilhetes custam € 3,5 e já estão à venda nas bilheteiras da Culturgest, Cinema Londres, Cinema São Jorge, Museu do Oriente e Ticketline.
Eu vou tentar não perder!
Alguma sugestão de um documentário imperdível?

Afinal o comportamento da minha Júlia é típico e já dá para argumentos de animações...

domingo, 5 de outubro de 2008

Música Buraka Obama dos Contemporâneos

"De Homem para Homem", Teatro da Cornucópia

Ontem fui ver esta peça "De Homem para Homem" de Manfred Karge no Teatro da Cornucópia.

É um monólogo "poético, político", brutal, vivo, incrível, intenso, arrepiante, único, bestial, talentoso, inesquecível da brilhante e genial actriz Beatriz Batarda, encenado por Carlos Aladro.
Se existessem prémios tschan de teatro em Portugal, era Ella que ganhava.
Não tenho dúvidas. Ela é maravilhosa! É linda em palco.
Transforma-se convictamente em segundos, de mulher para homem, de homem para mulher, de criança para mulher ou para homem, de bêbado obrigada a beber schnaps na tasca para mulher frágil em fuga com medo que o seu disfarce e a falta de hábitos fisiológicos em copos a matem... é uma loucura o ritmo da representação (encarnação) de mil e uma personagens num só corpo e alma de actriz. Tudo isto sem parar e sem nunca o público conseguir duvidar de quem é agora que ali está.
Gostei da música do Pedro Moreira, da eficácia e pertinência do cenário de Manuel Aires Mateus que não nos distrai e tem tudo o que é preciso para a Beatriz Batarda ser o centro das atenções. A luz do Nuno Meira também estava bem, na hora e local certos.
Conta-nos a história de Ella, uma mulher que perde a sua identidade e que se dedica a sobreviver a qualquer preço. A peça, que tem o título original Jacke Wie Hose, é um conto poético e politico que passando por trinta anos da História da Alemanha nos conta a vida de Ella. Beatriz Batarda será Ella, uma mulher que não consegue arranjar emprego, e casa com um homem mais velho e doente, simplesmente para poder ter um tecto e o que comer. Quando Ella descobre que a ciática de que este se queixa é na verdade um cancro, decide juntar toda a informação e detalhes necessários para poder fazer-se passar pelo marido e assim não perder o precioso emprego. Max Gericke morre mas é Ella Gericke quem é “enterrada”. São vinte e seis quadros, ou retratos, que percorrem tempos de pobreza, guerra e reconstrução, e revelam a história de uma mulher que para viver teve de mentir, traficar, matar, diluindo-se na perda da sua identidade.

Termina hoje, 5 de Outubro no Teatro do Bairro Alto, em Lisboa.
Regressa ao Teatro S. João, no Porto, nos dias 19 e 20 de Dezembro.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Hoje é dia de lua nova


Hoje é dia de lua nova.
Não é um dia qualquer. É especial. Pelo menos para mim.
A Lua Nova é um símbolo de renovação. Tudo começa de novo.
Começou pelas 8.12h, a 06°33' de balança.
A lua e o sol estão em balança desta vez.
A energia de balança assim como a de touro são regidas por Vénus, o meu planeta solar.
Procurei informação mais detalhada sobre as ajudas astrológicas desta lua.
A Lua Nova em Balança é símbolo de cooperação e trabalhos em parceria.
A energia de balança no zodiaco natural ocupa a casa 7, a àrea da vida relativa ao outro, aos relacionamentos, casamento e sociedades comerciais.
Em geral, também a diplomacia é bastante evidenciada e as mediações, contratos e acordos tendem a ser realizados com maior facilidade.
As actividades que envolvam conciliação, acções em conjunto, tratados de paz e fusões, bem como assuntos que envolvam a arte, a beleza, a estética e a moda tendem a ter resultados mais simpáticos assim como a decoração, arquitetura e ornamentos podem igualmente trazer resultados mais benéficos.
A actividade social merece atenção porque se torna mais apetecível e fluída.
Será um período muito harmonioso e tranquilo.
Em suma, enquanto a lua estiver em balança (ou seja, nos próximos 2 ou 3 dias), a paz, cooperação e trabalhos em parceria estarão no ar.
E por hoje ser lua nova, as energias concentram-se e ajudam-nos, se assim o desejarmos, à procura e realização dos nossos projectos de vida, começando pelas mudanças em nós mesmos.
A ver.

"Dull flame of desire", Björk

"Dull Flame Of Desire" (feat. Antony Hegarty)

I love your eyes, my dear

Their splendid sparkling fire
When suddenly you raise them so

To cast a swift embracing glance
Like lightning flashing in the sky

But there's a charm that is greater still
When my love's eyes are lowered

When all is fired by passion's kiss
And through the downcast lashesI see the dull flame of desire

Lindo. Obrigada again, Gabas linda.


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ando com esta música no ouvido...

Brandie Carlile the story - brandie carlile

É linda, forte, intensa e tão sentida, verdade?

.....

Já fiz 100 posts! Parabéns ao Chá na Rua... foi tão bom e passou num instante!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Philip Glass, "Glassworks"



Lindo.
A peça é de Philip Glass e a intérprete é Branka Parlic (5/07/2005, numa sinagoga).
Obrigada por me teres apresentado mais uma pérola, Gabas linda.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Madonna - "Sticky and Sweet Tour", Lisboa, 14/9

Madonna foi brutal.
Nem sei como descrever.
75 mil pessoas.
Metros cheios sem parar. Carros em caos. Multidões infinitas.
Filas para entrar, se bem que tivemos sorte porque foi rápido.
A Bela Vista é enorme.
Filas para tudo e para nada.
O jantar foi uma sandocha de leitão e, e...
Consegui não experimentar os wcs.
Fiquei quieta para não me perder e para não perder aquele lugar.
Foi a terceira tentativa.
Começámos por explorar o lado de lá e não se via nada, nem sequer os ecrãs.
Depois, tentámos o pinhal e víamos o palco mas não os ecrãs.
Depois, sem querer, por sorte, decidimos espreitar o que se passava por detrás daquele arbusto, e... voilá! Uma vista maravilhosa para o palco, para os ecrãs esvoaçantes e para tudo!
Ficámos ali até ao fim, apesar das smss que recebi e da vontade que tinha em trazer todos os meus amigos para ao pé de mim.
Mas era impossível encontrar os amigos, apesar de me terem visto os braços e mãos aos saltos enquanto falava ao telefone com esses olhos.
Os telefones pifaram e a multidão sugava a esperança de os ver.
A lua estava linda... redonda.
Madonna é uma rainha.
Rendi-me ao seu reinado para sempre.
Foi a minha primeira vez.
Amei.
Ela é incrível, mesmo do tamanho dos meus dedos ela brilhou a noite inteira.
Dançou sem parar.
Linda, linda.
Eu acompanhei-a como sabia e podia.
As luzes, videos, adereços e cenários foram incríveis.
Reconheci muitas músicas e dancei, dancei, dancei.
Hoje doem-me muito os pés e as pernas.
O "Give it 2 me" foi a última música. Foi brutal, quanta energia!
Ora ouçam lá outra vez:



Até ao teu regresso, Madonna!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ui, está quase!... Madonna estará em Lisboa em 14/09/2008

Madonna, "Express Yourself" (1989)

Nostalgias... Fame!



"FAME - Life is a celebration"

Não me lembro do "Verão Azul" mas não me esqueço do "Fame"... lembro-me bem quanto sonhava andar um dia naquela escola... e os episódios acabavam tão depressa!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Ontem à noite rendi-me à energia, ao brilho e à arte da Meryl Streep

MAMMA MIA!


Meryl Streep: From Oscar Queen to Dancing Queen



Conhecia as músicas quase todas graças à banda sonora repetida do carro dos meus pais a caminho das Beiras e quase dancei no escurinho do cinema... Gostei. Pensava que iria ser uma banhada, mas enganei-me. Eram os anos da minha mãe... foi o programinha perfeito em família... mas eu também gostei. Tudo o que se relacione com cantar e dançar, seduz-me à partida... a verdade é essa.
Parabéns, Meryl Streep.
Ela está fabulosa no filme. Amei as actuações da "Donna & Dynamos". Fiquem até ao fim e não percam o genérico.
Vale a pena ver o filme para descontrair e ficar bem disposta... mesmo para quem tem menos de 60 e mais de 30. ;)
A minha vontade, quando cheguei a casa à meia-noite, era pôr a música do "Dancing Queen" a bombar e dançar às escuras... mas não pude por causa da minha vizinha do roupão cor-de-rosa que aparece a qualquer hora e diz com o seu ar tolerante, "Ó Alexandra, Ó Alexandra... não pode ser... qualquer dia combinamos e eu vou de fim-de-semana para poder dançar à vontade, está bem?... "
Por isso, aqui vai.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Desconfio que tenho problemas kármicos com os transportes...





Estive a pensar seriamente sobre os meus episódios com transportes e após uma breve reflexão, desconfio que se calhar não é por acaso...
Relembrando,

Em 1998 fiz um avião esperar mais de meia hora por mim no aeroporto de Zurique.
Depois de muito choro e pedidos de ajuda em francês alto e desesperado, fui escoltada até ao avião, num carro particular do aeroporto, numa pista debaixo de neve, com a lágrima no canto do olho e com as bochechas redondas e vermelhas de preocupação e stress...

Estupidamente, fui às bagagens despachar de novo a minha preciosa mala de viagem onde todo o meu dinheiro estava escondido... ninguém me tinha avisado que a bagagem seguia directamente para o local de destino quando se fazia escala... imaginem o que senti quando o suiço dos Perdidos e Achados delicadamente explicou a situação... com o nervoso, troquei o número da gate... fui parar às partidas para Londres e depois, andei a correr e em pânico, perdida em labirintos de mangas metálicas a tentar acertar na gate certa... sem qualquer exito, claro.
Não sei o que me teria acontecido se tivesse perdido o avião... estava sozinha sem cartões e sem dinheiro no bolso.

Depois, em 1999, no meu primeiro interrail, achei por bem parar um comboio em Espanha, por razões de segurança e em legítima defesa pessoal e de terceiros... afinal, eu via raios por cima da minha cabeça!... na altura, pareceu-me urgente reagir. O pânico foi tanto que, ao puxar os martelos do comboio, estoirei com todos e bloqueei, sem querer, o comboio. Ficámos todos parados no meio do nada durante horas e fomos todos de pé no próximo comboio durante horas...

Curiosamente, também já parei o autocarro da Vimeca (por uma amiga ter sido atropelada nesse instante).

Também já tive um acidente de viação com um taxi e com um eléctrico ao mesmo tempo debaixo de uma enorme tempestade...

Entre outras vezes, na semana passada, o meu carro pifou à noite na A1. Fiquei sem caixa de velocidades em andamento. Experimentei pela primeira vez e apesar de tudo, gostei de viajar na cabine gigante e alta dum reboque.

Nesta segunda-feira o comboio onde eu ia chamuscou-se... arderam, inexplicavelmente, os freios da carruagem da frente. Gerou-se o mini-pânico e a confusão. Parámos no meio do nada. Cheirava a fumo por todo o lado. Regressámos à estação de Fornos de Algodres. Chegaram bombeiros e electricistas. E passados duas horas, retomámos a marcha a 80 Km/h. Cheguei três hora e meia depois ao meu local de destino.

Tenho ou não uma relação sinistra com os transportes? Será normal? Será crónico? Será kármico?

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Black Eye Peas's power

"My Hump"



"Pump it"

Adoro estas músicas. Como estou sozinha agora, posso pôr o som no máximo e dançar à vontade estas músicas no meu escritório. Relagias de Agosto. ;)

Lua cheia com eclipse lunar... foi sábado, na noite de 16 Agosto de 2008



O eclipse lunar em aquário do sábado passado foi lindo e inesquecível... viram?

Tento encontrar respostas ou explicações para o que se passou naquela noite...
Cientificamente, explica-se assim:

O sol e a lua, um amor lindo.

Sê inteiro....




"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."

Fernando Pessoa